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Sensor Fotoelétrico

A área de automação é um setor que vem evoluindo bastante, apoiando-se no desenvolvimento e aprimoramento tecnológico/elétrico e alguns aparelhos sustentam essa ideia. Hoje vamos conhecer melhor o sensor fotoelétrico.  É um equipamento que se mostrou de grande utilidade para a realidade industrial, que vem ganhando relevância nesse setor, muito pelas suas variadas funcionalidades, preço acessível e excelente custo-benefício. Vamos tentar entender hoje o que é um sensor fotoelétrico, do que ele é composto, como ele funciona, seus mecanismos físicos e químicos, além da sua utilidade no mundo da tecnologia elétrica.

O que é um sensor fotoelétrico? 

O sensor fotoelétrico é um dispositivo capaz de utilizar a emissão e/ou recepção de luz de modo a identificar a presença - ou não - de um objeto, baseando-se no seu índice de refração.  A sua função principal gira em torno de converter luz, sombra ou sinal elétrico, por meio da interpretação que será feita por um circuito elétrico previamente habilitado com tal comando.  Em geral, um sensor fotoelétrico pode ser caracterizado tanto como um transdutor, quanto como um sensor de fato. É tipificado como sensor quando é capaz de converter raios de luz em qualquer tipo de grandeza elétrica (tensão, resistência)

Estrutura e componentes

A estrutura de um sensor fotoelétrico é composta pelo que chamamos de diodo emissor de luz, que emite um feixe de luz pulsada quando é excitado. Tal feixe irá incidir em um fototransistor (Receptor sensível à luz), que detectará e alterará seu nível de saída. Um sensor fotoelétrico é capaz de emitir alguns tipos diferentes de luz, sendo eles:
  • Luz vermelha – objetos de médio a grande porte e não metalizados
  • Luz infravermelha – objetos transparentes
  • Laser - medição mais precisa; objetos menores
Além de poder emitir diferentes tipos de luz, os sensores fotoelétricos podem ser subdivididos quanto à sua aplicação no setor industrial. 
  • Sensor de feixe contínuo ou barreira – utilizados, principalmente, para a detecção e contagem de objetos em uma esteira mecânica ou para a detecção de determinada pessoa em um ambiente. 
  • Sensor difuso – maior capacidade de detecção de objetos metálicos.
  • Sensor retro reflexivo – objetos não metálicos e atua conjuntamente a um espelho prismático, que funciona como um filtro para a luz não polarizada, o que leva a uma maior eficiência, fazendo com que o sensor identifique apenas a luz emitida.

Para que é utilizado? 

Para conseguirmos destrinchar as melhores funcionalidades de um sensor fotoelétrico , bem como em qual setor ele é mais utilizado, precisamos entender do que ele é capaz e quais são seus “pontos fortes”.  Tendo seu mecanismo de funcionamento em mente, podemos concluir que ele detecta com certa facilidade objetos pequenos, como molas metálicas na linha de processamento, garantindo a continuidade a segurança do processo. Eles costumam ter sua funcionalidade máxima quando se trata da emissão e recepção de luz, como já foi dito, por isso, se mostram ideais para usos onde se faz necessária a detecção da presença ou não de objetos sem haver o contato físico.  Dessa forma, são excelentes sensores, também, a longas distâncias, se tornando mais útil ainda para setores como a indústria, por exemplo. São muito utilizados nesse setor por sua grande área de atuação, grande e variada capacidade de detecção de diversos materiais, cores, marcas e distâncias.  Portanto, na hora de adquirir um Sensor Fotoelétrico , vários fatores precisam ser analisados para que sua compra seja mais assertiva e adequada para sua necessidade diante do uso deste produto. Avalie bem as características de cada um e faça sua escolha!